sábado, 23 de agosto de 2008

Made in China

O maior evento de todos os tempos (como muitos têm falado), também pode ser encarado como a maior farsa da era moderna, isso é até óbvio porque as palavras China e Original são praticamente antônimas.


Dizem por aí, que a medalha de bronze, na realidade é de carvão, a medalha de prata, na realidade é de chocolate embrulhado em papel alumínio e, a de ouro é no máximo banhada em tinta dourada.


A China é o único lugar do Mundo que consegue falsificar até um Ninho de Pássaro e, o pior, com materiais totalmente distintos. Não era mais fácil ter chamado o engenheiro João de Barro?


A camisa da seleção canalhinha...ops, melhor dizendo, canarinha, era tão falsa que não tinha nem o símbolo da CBF, aliás, a camisa era condizente ao futebol apresentado pelo time amarelão do Dunga.


A festa de abertura foi a maior exibição falsa já vista em nossas telinhas, a qual houve aprimorações das técnicas utilizadas no filmes locais (aqueles “japoneses” que voam), unidas aos velhos truques de espelho (um monte de “japoneses” iguais, fazendo coisas totalmente iguais) – que nem mesmo o Mágico Mascarado e o Cid Moreira conseguiram explicar.


Como na China, muitos pais são proibidos de terem mais de um filho e, muitos não valorizam o nascimento de uma menina – inclusive matando-a se for preciso, esse país se tornou extremamente desproporcional, quando analisados os números de homens e mulheres existentes.


Dessa forma, com a falta de “japonesas”, os chineses precisam apelar para outras soluções, como o tráfico de mulheres, a homossexualidade (elevando o número de Aids) e a zoofilia – isso talvez explique o motivo dos chineses gostarem tanto de comer cachorros.


Um mineiro de Monte Santo me contou que a homossexualidade também explica o próprio nome da Olimpíada, já faz 20 dias que só vejo “Beijin” pra cá, “Beijin” pra lá e, certamente, esses “japas pederastas” também dão “Beijin” para trás.


A natureza também esclarece outra farsa dessa Olimpíada, todo mundo sabe que os orientais são desprovidos quando o assunto é o tamanho de suas varas e, isso explica o motivo da Fabiana Murer só ter pegado em varas menores que as desejadas por ela.


Nossa federação Tupiniquim é extremamente incompetente em suas administrações e não valoriza muitos potenciais brasileiros que poderiam competir de igual para igual com os gringos, por exemplo, tenho certeza que o Phelps não ganharia ouro no nado Créu, se a Mulher Melancia nos representasse lá em Pequim.


Agora, eu não preciso nem dizer que as maiores farsas dessa Olimpíada estão nos fatos dos Jamaicanos não serem pegos no exame antidoping e da Ednanci se enquadrar na categoria feminina do judô.


Doug Hipopólito Meneguel

"Beijin, beijin, tchau, tchau"

2 comentários:

Rogerio disse...

Aonde vemos a farsa? Na tevê. Sim na tevê. Não por não termos dinheiro de ir até a china, mas por termos uma das mais incríveis coberturas televisivas já vista. O design aprimoradíssimo dos cenários, a qualidade de imagem, a unipresença em todos os lugares onde um brasileiro esteja competindo e filmes de toda espécie pela internet. Nossa transmissão televisiva de primeiro mundo é obrigada a registrar nossa 22ª colocação no ranking, onde, sim, prova a nossa condição de país de desigualdade... Nossas medalhas são fatos isolados de um país imerso numa roubalheira desmedida. Terminando as olimpiadas a atleta voltará para sua profissão de manicure e a vida continuará aquela mesma dificuldade de sempre para entrar no metrô, das sete horas, na estação tatuapé.

Fabio disse...

A Edinanci é o exemplo da falta de incentivo no esporte brasileiro, afinal ela conseguiu perder para uma mulher! Que vergonha!
FAFUTA